FLANAGENS
segunda-feira, 14 de setembro de 2015
Estudo sobre o sonho I
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Existo na forma selvagem de uma pluma, de candura de vento soprado do paraíso, de danças de mulheres nuas na história universal dos ...
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Adeus a Paulo L.
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Toninho Vaz me contou que você morreu um tanto esquecido, meu velho. Abandonado por uma poetisa na fria Curitiba, sua verdadeira lenda s...
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Monograma XV - Jean-Luc Nancy
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Lentamente, discretamente, o “impossível” se tornou uma categoria predominante de nosso pensamento a partir de um momento que podem...
domingo, 30 de agosto de 2015
Pequeno parágrafo sobre o erro III
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Foi como um detalhe perdido por um lance de olhar. O dia se foi, a luz deixou seus últimos rastros em alguém perdido no passado, os can...
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Como dizer
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Como dizer o desprezo, animal antigo em poemas de amor? Como dizer o amor, antigo poema de animais desprezados? Como dizer o poe...
Pequena carta em parágrafo II
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O acaso me deu uma personagem: vazia, deitada em grandes olhos negros, desenhada com letras encontradas em mapas ancestrais. O mundo é u...
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
A “noite escura” de João da Cruz - Giorgio Agamben
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O primeiro problema que estes poemas colocam para seu leitor é que eles se põem como “figuras e semelhanças extravagantes” [1] no con...
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