FLANAGENS

sábado, 31 de março de 2012

Kafka defendido dos seus intérpretes

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Sobre o inexplicável circulam as mais variadas lendas. A mais engenhosa - que foi encontrada pelos atuais guardiões do Templo ao remexerem n...
segunda-feira, 26 de março de 2012

Ausência

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Por pouco e a minha mãe teria casado com o senhor Zbigniew B. de Zduńska Wola. Se tivessem uma filha – não seria eu. Talvez com a memória pa...
sábado, 24 de março de 2012

De-lírios e sábados

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Um estalo e nada mais. Toda febre advinda da plurissignificação das palavras, toda agonia diante da impossibilidade de cultivar qualquer fal...
quinta-feira, 22 de março de 2012

Ética masoquista

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Em 1963, em um célebre ensaio, Jacques Lacan propõe uma leitura paralela de Kant e Sade na qual o objeto da lei e o objeto do desejo reprimi...
sábado, 17 de março de 2012

Saber ver

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Jamais se pode dizer: não há nada para ver, não há mais nada para ver. Para saber duvidar do que se vê é preciso ainda saber ver, ver apesar...
Um comentário:
quarta-feira, 14 de março de 2012

Tempo e palavra

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As palavras são alforjes carregados com a matéria do tempo - e o vai e vem inusitado dos significados, bem como o espaço vazio dentro delas,...
quinta-feira, 8 de março de 2012

Cascas

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Coloquei três pequenos pedaços de cascas sobre uma folha de papel. Olhei. Olhei pensando que olhar talvez me ajudaria a ler algo que jamais ...
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