FLANAGENS

sábado, 28 de junho de 2014

Tempo oportuno

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Ecce homo. Fui também eu apresentado a julgamento, diante do palácio: "a máquina do mundo se entreabriu / para quem de a romper já...
quarta-feira, 25 de junho de 2014

Não há mundo comum: é preciso compô-lo

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--> Não há mundo comum. Jamais houve. O pluralismo está conosco para sempre. Pluralismo de culturas, sim, das ideologias, das ...
segunda-feira, 23 de junho de 2014

Folha em branco

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Nos rincões turbulentos da memória,  o vento que leva os últimos gestos de uma folha.  Espaços vazios, guilhotinados que dançam a...
domingo, 22 de junho de 2014

Poema em prosa

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A J. Em sonho, o peso dos sopros ganham a dimensão das palavras. Qual a palavra para dizer que palavras nada dizem? Qual o peso de...
sexta-feira, 30 de maio de 2014

Um poema

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Cheiro de mijo e suor cidade inundada, ensolarada. Correm soltos desvarios, aplacam ventos os sopros de pulmões cansados. Vago ao r...
Um comentário:
segunda-feira, 26 de maio de 2014

Montagens de Murilo

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"A poesia somos todos nós": assim o poeta termina suas metamorfoses, diante do abismo da iniciação. A arte do tempo, os ciclo...
quarta-feira, 21 de maio de 2014

O homem e sua dor

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Comentário de um grande desenho feito em Rodez e dado ao doutor Jacques Latrémolière como agradecimento por seus eletrochoques. A...
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