Passa-se o ponto. Passa-se tudo, o que resta os vermes comem. Passa-se do ponto. Passa-se.
São Paulo, alerta de evacuação: os ônibus continuam lotados, milhares de carros trafegam, assim como os banhos regados a volume morto alkimista, o relógio ponto do trabalho sem sentido, as missas, jantares em família, giram giram os batentes da porta do banco.
E o tempo, com o trabalho implacável, a tudo desgastando, até as pedras.
Mas pequenas doses de cinismo diário - mais corrosivo que absinto falsificado - pingam em meu cérebro cansado.
Sim, José Sarney continua vivo e muito provavelmente terá uma morte natural.
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